Arte­fac­to explo­si­vo con­tra sede do PSOE na Estra­da-Diá­rio Liber­da­de

160910_bomba_estrada

Gali­za­li­vre – Um for­te estou­pi­do danou seria­men­te a sede do PSOE na loca­li­da­de da Estra­da, segun­do infor­ma nes­ta manhá a impren­sa comer­cial. Acon­te­ceu na rua Cas­te­lao, lugar onde está sedia­da a dele­gaçom des­te par­ti­do, por vol­ta das duas da madru­ga­da.

A explos­som atin­giu tam­bém um local comer­cial ane­xo e carros que esta­vam arrom­ba­dos na via públi­ca. Segun­do os inves­ti­ga­do­res, o arte­fac­to esta­ria colo­ca­do numha jane­la da sede, o que mul­ti­pli­ca­ria o efei­to da explos­som cara o inte­rior.

Num pri­mei­ro momen­to, a polí­cia local infor­mou dos fei­tos, pois patrulha­va per­to do lugar onde estou­pou o arte­fac­to. Pou­co depois, umha equi­pa da guar­da civil e exper­tos em des­ac­ti­vaçom de explo­si­vos ache­gá­rom-se ao lugar dos fei­tos, onde ain­da tra­balha­vam, na pro­cu­ra de pro­vas, nas pri­mei­ras horas des­ta manhá.

Casei­ro e com pól­vo­ra

Os pri­mei­ros indí­cios das pes­qui­sas, segun­do fon­tes ofi­ciais cita­das por agên­cia, apon­tam a “um arte­fac­to casei­ro fei­to com pól­vo­ra”. José Anto­nio Dono, repre­sen­tan­te do PSOE, dixo que nom tinham cons­tán­cia de nen­gumha ameaça, mas recor­dou os ata­ques pro­du­zi­dos nos últi­mos tem­pos em outros pon­tos da Gali­za, e alu­diu vela­da­men­te a resis­tên­cia gale­ga.

Nas pró­xi­mas horas, é pre­vi­sí­vel que se repro­du­za o pro­to­co­lo de con­de­na que os par­ti­dos do regi­me fam cada vez que se pro­duz umha sabo­ta­gem, con­tra­ponhen­do “os valo­res demo­crá­ti­cos” às acçons de sabo­ta­gem. Pachi Váz­quez, máxi­mo res­pon­sá­vel do PSOE gale­go, já reali­zou algumha decla­raçom, ris­can­do de “sel­va­ja­da” o ata­que, e afir­man­do que “nom se vam ame­dren­tar”.

Ante­ce­den­tes

Tra­ta-se do ter­cei­ro ata­que com explo­si­vos no que vai de verao, se con­ta­bi­li­zar­mos os arte­fac­tos que daná­rom a sede da patro­nal vigue­sa Fon­ca­lor e o cha­let do juiz com­pos­te­lano Miguez Poza, ambos no pas­sa­do mês de Julho. Os dous foram rei­vin­di­ca­dos em comu­ni­ca­dos anó­ni­mos remi­ti­dos à impren­sa comu­ni­tá­ria, que denun­cia­vam, dumha ban­da, os cur­tes sociais pro­mo­vi­dos pola refor­ma labo­ral e, por outra, o papel do magis­tra­do em tare­fas repres­si­vas.

Tam­bém ao lon­go des­te 2010 foram ata­ca­das várias sedes das cor­po­raçons espanho­las CCOO e UGT no sul do país; quan­to a sedes de par­ti­dos, foram alvo de ata­ques incen­diá­rios os locais do Par­ti­do Popu­lar em Nigrám e Gon­do­mar. Para topar­mos um ata­que a umha sede do PSOE temos que recuar vários anos, até 2005, quan­do um explo­si­vo dana­ra a facha­da do local des­te par­ti­do em Ouren­se.

Os ata­ques a sedes de par­ti­dos espanhóis por par­te da resis­tên­cia gale­ga fôrom, ao lon­go des­ta déca­da, rela­ti­va­men­te fre­quen­tes. Já com moti­vo da cri­se do Pres­ti­ge, no ano 2002, vários arte­fac­tos reven­ta­ram locais do PP em diver­sos pon­tos da geo­gra­fia do país.

Artikulua gustoko al duzu? / ¿Te ha gustado este artículo?

Share on facebook
Share on Facebook
Share on twitter
Share on Twitter

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *