Tor­ci­da Ver­de tam­bém gri­ta Kukutza aurre­ra!

No domin­go, o jogo entre o Spor­ting e o Vitó­ria de Gui­ma­rães ficou mar­ca­do por um momen­to espe­cial. Os mem­bros da cla­que Tor­ci­da Ver­de abri­ram uma fai­xa em soli­da­rie­da­de com o cen­tro juve­nil bas­co ocu­pa­do Kukutza. Des­de Gui­ma­rães para Bil­bau, estes adep­tos da equi­pa de Lis­boa qui­se­ram mos­trar o seu pro­tes­to pelo des­pe­jo e demo­lição do Kukutza e apoiar o povo bas­co na sua luta pela cul­tu­ra alter­na­ti­va e popu­lar. Peran­te milha­res de adep­tos que assis­tiam à par­ti­da, a fai­xa este­ve aber­ta duran­te toda a segun­da par­te. A Tor­ci­da Ver­de jun­ta-se assim à Asso­ciação de Soli­da­rie­da­de com Eus­kal Herria, à Casa Viva, do Por­to, à Casa Ale­gre, de Oei­ras, e a cen­te­nas de orga­ni­zações que em todo o mun­do têm envia­do men­sa­gens de apoio à luta da popu­lação do bai­rro bil­baíno de Erre­kal­de.
Recor­de-se que as men­sa­gens de soli­da­rie­da­de com a luta do povo bas­co sem­pre exis­ti­ram no fute­bol por­tu­guês. Des­de os anos 90 que a Tor­ci­da Ver­de fez ques­tão de levar para Alva­la­de a iku­rri­ña, ban­dei­ra nacio­nal bas­ca. Tam­bém os No Name Boys, cla­que do Ben­fi­ca, até há bem pou­co tem­po a agi­ta­vam na Luz. No caso da Tor­ci­da Ver­de, a polí­cia, ao arre­pio da lei, confiscou‑a e nun­ca mais a devol­veu. Já os No Name Boys vêem-se impe­di­dos de a levar para o está­dio uma vez que se recu­sa­ram lega­li­zar con­tes­tan­do a lei repres­si­va que cer­ca as cla­ques por­tu­gue­sas. Um outro exem­plo é o de adep­tos anti­fas­cis­tas do Esto­ril que há uns anos brin­da­vam apoio ao ava­nça­do bas­co Ibon Arrie­ta com a fai­xa «Gora ArriE­TA».

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