NÓS-UP difun­de Mani­fes­to Dia da Pátria 2010- Dia­rio Liberdade

Nós-UP130710_diadapatria A orga­ni­zaçom inde­pen­den­tis­ta e socia­lis­ta gale­ga fai públi­co o seu posi­cio­na­men­to sobre a situaçom polí­ti­ca umha sema­na antes do Dia da Pátria.Embora a Dire­cçom Nacio­nal de NÓS-UP ain­da nom con­cre­ti­za como vai par­ti­ci­par no 25 de Julho o mani­fes­to inti­tu­la­do Por umha Gali­za sem espanho­lis­mo, capi­ta­lis­mo e machis­mo dei­xa cla­ro que «A uni­da­de do povo tra­balha­dor com base num pro­gra­ma rei­vin­di­ca­ti­vo anti­ca­pi­ta­lis­ta, anti­pa­triar­cal e anti-impe­ria­lis­ta é a prin­ci­pal tare­fa da esquer­da inde­pen­den­tis­ta e socia­lis­ta gale­ga. Uni­da­de para lui­tar por umha Pátria supe­ra­do­ra do espanho­lis­mo, do capi­ta­lis­mo e do machis­mo. Eis o prin­ci­pal objec­ti­vo que o MLNG tem nes­ta con­jun­tu­ra his­tó­ri­ca: difun­dir e des­en­vol­ver o seu genuíno pro­jec­to revolucionário».Reproduzimos inte­gra­men­te o Mani­fes­to:

Por umha Gali­za sem espanho­lis­mo, capi­ta­lis­mo e machismo

A ofen­si­va glo­bal que a bur­gue­sia espanho­la des­en­vol­ve con­tra as con­quis­tas e direi­tos da clas­se obrei­ra nom pode ser des­li­ga­da da ace­le­raçom das medi­das espanho­li­za­do­ras que pade­ce a Gali­za, nem do incre­men­to da mar­gi­na­li­zaçom e explo­raçom labo­ral das trabalhadoras.

O Esta­do espanhol pre­ten­de fazer recair sobre a clas­se obrei­ra, sobre as mulhe­res e as naçons que opri­me, os cus­tos do duro paco­te neo­li­be­ral impos­to polo seu sub­me­ti­men­to às direc­tri­zes do FMI, do Ban­co Cen­tral Euro­peu e do governo alemám.

O mes­mo Esta­do que nega a exis­tên­cia do povo gale­go, o exer­cí­cio do direi­to de auto­de­ter­mi­naçom, que cri­mi­na­li­za a lui­ta pola inde­pen­dên­cia, que pre­ten­de ava­nçar no pro­ces­so secu­lar de assi­mi­laçom lin­güís­ti­co-cul­tu­ral da Gali­za, é inca­paz de evi­tar que Ber­lim, Bru­xe­las e Washing­ton deter­mi­nem a sua polí­ti­ca eco­nó­mi­ca. É um governo pre­po­ten­te e sober­bo com os povos, mas com­ple­ta­men­te sub­mis­so e obe­dien­te com as potên­cias imperialistas.

O povo tra­balha­dor gale­go deve dei­xar de olhar para o exte­rior, tem que con­fiar nas suas pró­prias forças e recur­sos, nas suas capa­ci­da­des. Tan­tos sécu­los de explo­raçom e opres­som, de esque­ci­men­to e mar­gi­na­li­zaçom som mais que sufi­cien­tes para saber­mos que nada bom pode­mos espe­rar de Espanha.

Temos que apos­tar na Gali­za, defi­nir o nos­so futu­ro colec­ti­vo como povo, ava­nçar na con­quis­ta de umha Pátria liber­ta­da. E a úni­ca clas­se objec­ti­va­men­te inter­es­sa­da em con­quis­tar a inde­pen­dên­cia e a sobe­ra­nia somos essa imen­sa maio­ria social que con­for­ma­mos o povo trabalhador.

A bur­gue­sia inter­me­diá­ria, a bur­gue­sia nacio­nal e a peque­na bur­gue­sia estám satis­fei­tas e con­for­mes com o papel reser­va­do à Gali­za. No melhor dos casos, pre­ten­de atin­gir maio­res quo­tas de auto­go­verno median­te o incre­men­to de com­pe­tên­cias auto­nó­mi­cas que per­mi­ta faci­li­tar o suces­so dos seus negó­cios, mas nun­ca apos­tar na recu­pe­raçom da sobe­ra­nia con­cul­ca­da por Espanha.

Con­ta com três gran­des forças polí­ti­cas para repre­sen­tar os seus inter­es­ses. PP, PSOE e o BNG cum­prem correc­ta­men­te essa funçom: som orga­ni­zaçons inter­clas­sis­tas que, com mati­zes e rit­mos pró­prios, per­pe­tuam na Gali­za a lógi­ca do capi­ta­lis­mo espanhol.

A clas­se obrei­ra nom pode con­fiar, nem a pode ter como alia­da. Nós, mulhe­res e homens do mun­do do Tra­balho temos força mais que sufi­cien­te para diri­gir e cons­truir um movi­men­to de liber­taçom nacio­nal de carác­ter socia­lis­ta e anti­pa­triar­cal que vin­cu­le a eman­ci­paçom de clas­se e géne­ro com a con­quis­ta da ple­na sobe­ra­nia e inde­pen­dên­cia nacional.

A uni­da­de do povo tra­balha­dor com base num pro­gra­ma rei­vin­di­ca­ti­vo anti­ca­pi­ta­lis­ta, anti­pa­triar­cal e anti-impe­ria­lis­ta é a prin­ci­pal tare­fa da esquer­da inde­pen­den­tis­ta e socia­lis­ta gale­ga. Uni­da­de para lui­tar por umha Pátria supe­ra­do­ra do espanho­lis­mo, do capi­ta­lis­mo e do machis­mo. Eis o prin­ci­pal objec­ti­vo que o MLNG tem nes­ta con­jun­tu­ra his­tó­ri­ca: difun­dir e des­en­vol­ver o seu genuíno pro­jec­to revolucionário.

Viva Gali­za Cei­ve, Socia­lis­ta e nom patriarcal!

BNG-PSOE-PP a mes­ma mer­da é!

Antes [email protected] que [email protected]!

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